
Sou professora de línguas no Rio de Janeiro. Casada, 41 anos (sorry!),
dois filhos e um marido lindo. Na verdade, sinto-me com muito menos que
quarenta anos, e as pessoas me dizem que tenho um corpo super de menina
e que sou bem conservada. Sei que isso não è mentira, pois
tenho espelho em casa e, apesar de todos os defeitos que posso encontrar
com o meu corpo, considero que faço um belo sucesso de biquini na
praia. Tenho cabelos castanhos não muito longos e olhos verdes.
Até esta história ter acontecido, eu jamais tinha sido infiel
ao meu marido. Temos uma vida sexual saudável, picante e variada.
Ele viaja durante a semana e nos finais de semana, durante os últimos
dez anos, descontamos o atraso com “trepadas inesquecíveis”
(como ele costuma dizer).
Dou aulas particulares para executivos em empresas, que variam, de aulas
individuais para aulas em grupos. Na maior parte, homens. Estou acostumada
às suas cantadas baratas, e são poucos os que me respeitam
até o final do semestre. Quase sempre caem no ridículo de
me fazerem propostas indecentes e depois têm de arcar com a vergonha
de terem sido desprezados.
Recentemente um aluno novo, transferido de São Paulo, começou
um curso para poder melhor se comunicar com a matriz na Europa. Seu nome
é Eduardo, tem 43 anos, moreno, em boa forma, de olhos castanhos
e um lábio inferior carnudo, gostoso, que ao balançar quando
fala chegava a amolecer as minhas pernas. Eduardo mostrou-se um homem extremamente
simpático, repeitador e um aluno dos mais aplicados. Aprendia rapidamente
com uma facilidade invejável e um charme irresistível. Contou-me
que estava no Rio e sua família tinha ficado em São Paulo.
Sim, era casado! Da mesma maneira que eu, teve filhos ainda jovem. Possuía
um filho de 16 anos, um de 10 e um de 8. (Eu tenho uma filha de 15 e um
filho de 13 anos). Sua família viria definitivamente para o Rio somente
depois do Natal.
O que mais me perturbava em Eduardo era a maneira séria que ele se
comportava na aula sempre olhando-me diretamente nos olhos. Seu olhar era
tão penetrante que poucas vezes eu podia sustentar. Com o passar
do tempo comecei a achar um desafio sustentar o seu olhar. Ainda assim,
cada vez que seus olhos entravam pelos meus, aquilo começava a me
dar uma coceirinha aqui em baixo e eu tinha a impressão que ele podia
adivinhar que eu estava ficando vergonhosamente molhada.
Eduardo alguma vez ou outra me fez elogios discretos, elegantes, sobre minha
beleza, ou minha juventude, ou meu perfume. Nunca nada escandaloso, mas
com um charme que começou a mexer com as minhas fantasias. Depois
de algumas semanas eu já não aguentava mais pra chegar a hora
de minha aula com ele.
A oportunidade de um encontro mais íntimo surgiu na aula em que falamos
sobre comidas, restaurantes, etc. Eu sempre levo meus alunos para jantar
em um restaurante Francês e o tempo todo estamos proibidos de falar
português. Sugeri então este programa e ele aceitou, sem hesitar.
Busquei-o em seu apartamento e dirigi ao restaurante. Durante o jantar ele
foi charmoso e educado, mas bem mais atrevido. Insistiu que eu deveria ir
até o seu apartamento experimentar um vinho espanhol que ele tinha.
Ri maliciosamente e disse que seria somente isso, e que eu sabia me defender,
mas não disse que não. Ao final, ele agiu o tempo todo como
se realmente fossemos à sua casa. E o tempo todo eu olhava para os
lados pra ver se não tinha alguém conhecido. Eu sempre levava
os meus alunos para jantar, mas naquele dia eu me sentia como se exalasse
um perfume que se chamava claramente TRAIÇÃO.
Levei-o para o seu apartamento e ele indicou onde eu pudesse estacionar
o carro. Subi com ele – o meu coração a mil! Super nervosa.
Eu quase tremia. Ele deve ter percebido e me tratou com tranquilidade, acalmando-me
sutilmente. Serviu-me o vinho e tomamos olhando-nos nos olhos. Depois disso
ele se aproximou bem devagar do meu rosto e me deu um beijinho nos lábios.
Um beijinho molhado, praticamente uma chupadinha nos meus lábios.
Sorri nervosa e disse que era melhor a gente parar por ali. Ele não
disse nada e veio beijar-me, de leve novamente. Desta vez acabei deixando
minha linguinha passar por seus lábios, principalmente sentindo o
peso daquele delicioso beiço que tentava me agarrar por baixo. Comecei
a ficar extremamente excitada, mas algo me brecou. Pedi para pararmos por
ali, pois eu iria para casa. Meus filhos poderiam estar ainda acordados
e não seria legal chegar muito tarde.
Eduardo pediu licença, levantou-se e levou o vinho para a cozinha.
Voltou para a sala e, antes que eu pudesse perceber, ficou em parado em
pé, bem na minha frente, abriu o cinto, baixou o zíper e retirou
um pau enorme pra fora da calça.
QUE PAU!!!
Considero meu marido muito bem dotado (19-20 cms), mas eu nunca tinha visto
uma coisa daquele tamanho, ao vivo. Um pintão enorme, muito grosso
e comprido, cheio. Não estava completamente duro, pois estava ainda
caidão, balançando um pouco pra cima, endurecendo aos soquinhos.
Tentei não olhar, e perguntei o que era que ele pretendia com aquilo.
Enquanto ele me respondia com a mesma pergunta, eu percebi que não
conseguia tirar os olhos daquele fabuloso CARALHO, como meu marido o teria
chamado.
- Não consigo acreditar que você acabou de fazer isso, Eduardo!
- disse eu, ainda de braços cruzados.
- Não consegue acreditar?- perguntou ele. Então toque pra
crer?
Eu estava realmente com vontade de pegar num pinto grande. De bater uma
punheta bem gostosa e ver um homem gozar com seu pau nas minhas mãos.
Me sentia como uma menina. Mas no momento eu só dei uma risada nervosa
e procurei olhar pra outro lugar.
Eduardo percebeu e perguntou, ainda em pé com aquele enorme cacete
crescendo aos impulsos, acenando sua cabeçona para mim:
- O que houve, tem algum problema com o meu pinto?
Cínico. Naturalmente ele tinha perfeita noção que era
extremamente bem dotado, que possuia um pinto para impressionar qualquer
mulher. O que ele queria ouvir era um elogio ao seu porte.
- Problema nenhum com seu pinto - respondi, com um certo sorriso e uma olhadela
naquele mastro, agora já totalmente na horizontal - O problema é
que eu sou uma mulher casada e você é um homem casado.
- O PROBLEMA - corrigiu ele - é que eu estou morrendo de tesão
por você e você está louca de vontade de segurar o meu
pau e sentir ele inteiro em você, mas se isso não acontecer,
amanhã nós estaremos lamentando.
Sua ousadia era revoltante e excitante. Ele estava certíssimo. Eu
já não sabia mais o que fazer. Engoli em seco enquanto vi
que ele começou a massagear o seu pau bem lenta e levemente. Meu
aluno batendo uma punheta ali na minha cara, e eu me segurando para não
ajudá-lo.
- Vamos lá – insistiu ele sorrindo – esta noite nós
vamos ser safados – eu sou o seu puto e você vai ser a minha
puta. Ou melhor: a puta do seu marido. Seu marido não te chama de
puta quando vocês transam? Putinha? Então, hoje você
vai ser a putinha dele! Vai chupar o pau de um outro homem até ele
gozar na sua boca. Você vai ser tão puta que vai até
engolir toda a porra deste outro homem.
Putinha! Era assim mesmo que o meu marido me chamava nas nossas trepadas
mais fantásticas. E eu adorava me sentir uma putinha. Mas agora era
a chance maior. Aquele homem fabuloso, lindo de morrer, charmosíssimo,
alisando calmamente o seu pinto descomunal, duríssimo, sua cabeçona
surgindo e desaparecendo em sua mão, a poucos centímetros
do meu nariz, sabia realmente como me amolecer e como me deixar molhada.
E se eu sucumbisse ao seu convite, seria uma coisa muito safada. Tinha tudo
ali para que eu fosse uma PUTA! E como eu estava sendo atormentada por aquela
sensação. Fiquei olhando nos seus olhos, com um meio sorriso
nos lábios, secos. Passei a língua por eles, mas só
percebi tarde demais.
- Tá te dando água na boca? – ele perguntou sem perder
a chance – vem, coloca a boquinha aqui nesse canudinho que tem um
leitinho bastante vitaminado.
Não consegui conter o riso e, antes que eu pudesse me dar conta,
minhas mãos já estavam agarrando aquele caralho que pulsava
na minha frente.
Puta pintão gostoso! Grosso como meu antebraço, enorme, com
sua cabeçona quase do tamanho de um tomate. Assim que eu senti aquele
cilindro de carne dura, quente nas minhas mãos, automaticamente abri
a boca e fui aproximando-me lentamente da glande, girando com a lingua e
sentindo a sua pontinha já melada.
- Ahhhhhhhh! – suspirou Eduardo – isso mesmo, assim , lambe
gostoso, sua PUTINHA!
Brinquei um pouco com a língua na sua glande sem tirar os meus olhos
dos dele. Fiz aquela carinha de safada que os homens gostam de ver quando
recebem um boquete. Mas não resisti muito ali só com a língua
e enfiei tudo o que pude na minha boca, afinal aquele pau era um banquete
pra não ser desperdiçado.
- Isso, sua puta! – ele me dizia, agarrando minha cabeça pelos
cabelos e fodendo a minha boca com o ritmo da chupada. Aquele pinto me entrava
com dificuldade na boca. Acho que só menos da metade desaparecia
em meus lábios, e cada vez que chegava ao fundo eu quase engasgava.
Mas que delícia de sensação. Eu me sentia uma adolescente.
Lembrava-me dos tempos do meu primeiro namorado com quem transei, o cara
mais bem dotado que eu já conhecera até aquele momento. Ele
tinha me ensinado quase tudo que sei em sexo. Fodíamos como dois
coelhos. E seu pinto era enorme, delicioso! Adorava chupa-lo e engolir sua
porra. Faziamos escondidos, às vezes com gente por perto. Só
que depois que desmanchamos o namoro eu já estava mal acostumada,
pois os homens com quem transei depois deixavam a desejar em comparação
de tamanho. Foi só com meu marido que voltei a ter um amante mais
bem dotado. Mas era naquele momento, ali, mais de desesseis anos depois
de fielmente casada, que eu me encontrava com um outro pinto gigante, maior
inclusive. Grosso, comprido, apontado para o meu rosto, saindo de um homem
lindo com quem eu deveria ter uma relacão extritamente profissional,
mas que eu agora chupava com apetite. Eu me senti safada, uma piranha, como
se meu marido estivesse numa outra sala ali do lado, conversando com a esposa
do Eduardo, e eu, PUTINHA, numa rapidinha ali, chupando o seu pau pra matar
o nosso tesão.
- Putona gostosa! – continuou Eduardo – gosta de chupar um pau?
- Hummmhummmmm! – Respondi, olhando em seu rosto de felicidade e tentando
formar um sorriso com a minha boca cheia de pinto.
- Já tinha feito um boquete que não fosse para o seu marido?
- Hummmhummmmm!
- Depois de casada???
Tirei a boca do seu pinto e disse : - Claro que não. Antes de casada!
– e voltei a abocanhar aquela tora.
- Então essa é a primeira chifradinha ?
- Hummmhummmmm!
- E tá gostando?
- Hummmhummmmm!
- Tá gostando de ser uma puta de verdade? De chifrar o seu marido
chupando o pau de outro homem?
Tirei mais uma vez a boca do seu pau e levantei-o bem, para que pudesse
dar uma lambida bem grande em todo o seu comprimento, pela parte de baixo.
Olhei para o seu rosto e falei enquanto o punhetava – estou adorando!
Tentei segurar o seu saco, mas a calça estava apertada. Larguei o
pinto e baixei suas calças e sua cueca. Livrei o saco e acariciei-o,
apreciando toda a envergadura daquele caralho. Ali na hora calculei que
deveria ter uns 23 centímetros. Lambi o beiço e rosnei. –
Ai, que pintão mais lindo!
-Chupa então sua putinha – ele dizia, enquanto eu voltava a
xupetá-lo. – chupa que nem uma puta que eu quero gozar na sua
boca.
Acelerei mais os movimentos da minha cabeça, mamando com a minha
linguinha pra fora, coçando a sua glande por baixo. Comecei a bater
mais punheta com as duas mãos a parte do seu pau que não cabia
na minha boca.
- Quer engolir porra? – perguntou ele, já com a voz meio trêmula
- Hummmhummmmm! – respondi, chupando-o freneticamente.
- Posso gozar na sua boca então?
- Hummmhummmmm! – eu estava louca pra engolir todo o seu esperma.
- Quer que eu esporreie na sua boca então??? – disse ele quase
gritando.
- HUMMMHUMMMMM! – respondi nervosa, quase gemendo, preparando-me para
a explosão, mamando somente a sua glande, que por si só quase
já enchia a minha boca.
- ENTÃO ENGOLE, SUA PUTA! – ordenou-me ele, segurando-me pelos
cabelos com força enquanto seu corpo todo se contraía para
ejacular uma quantidade anormal de esperma na minha boca. O primeiro jato
quase me afogou. Para engolir continuamente eu tinha que mamar, mas outros
jatos seguiam me enchendo a boca cada vez mais, sem que eu desse conta de
engolir tudo. Antes que eu engasgasse, finalmente meus lábios explodiram
esperma pelo meu queixo, minhas mãos e até no meu joelho.
- Engole – gemeu ele – engole tudo sua putinha, não vai
me sujar o chão!
- Tirei a boca de seu cacete pra poder engolir melhor a porra que se acumulara
na minha boca, mas assim que aquela cabeçona redonda e brilhante
saiu dos meus labios, cuspiu-me furiosa um outro belo jato de porra na testa.
- VAI SUA PUTA, JÁ FALEI PRA ENGOLIR! – ele gritou. Fiquei
com ódio de sua estupidez, mas mais excitada por estar agindo como
uma puta e voltei a mamar vigorosamente naquele delicioso caralho quentinho
que foi aos poucos esgotando suas reservas de leitinho na minha língua.
Saboreei cada ejaculada apertando a língua contra o palato, o que
fez o Eduardo pirar a cada vez que eu engolia.
Ao final, enquanto ele gemia seus últimos suspiros, agora sem me
afogar com mais esperma, eu continuava enfiando todo aquele caralho na boca
e tirando bem devagar, sugando e sorvendo toda a porra que cobria aquele
cilindro de carne, ainda duro, mas agora mais macio, começando a
pesar mais, brilhando e queimando como uma linguiça que acabou de
sair da grelha.
Eduardo acariciou o meu rosto vigorosamente. Passou a mão pela porra
na minha testa e sobrancelha e esfregou o meu cabelo, deixando-o todo melado.
Canalha! Segurou-me pelo cabelo, levantou-me e beijou-me na boca, um beijo
violento, onde sua lingua certamente provou do gosto da sua porra que eu
ainda tinha na boca. Olhou-me com tesão e me largou.
Saí desesperada, para o banheiro. O cabelo não tinha mais
jeito. Eu teria que me lavar em casa. Enxuguei a porra que escorrera pelo
meu pescoço, despedi-me rapidamente dele e sai correndo do seu apartamento.
Eduardo, meio sem saber o que fazer, só conseguiu me fazer prometer
que ligaria pra ele assim que eu chegasse em casa.
No caminho eu tentava me convencer que nunca mais aquilo se repetiria, mas
ao mesmo tempo eu me via sendo comida violentamente pelo Eduardo, no elevador,
na praia, no carro. Eu sentia as sensações daquela fantástica
esporreada na minha boca e ainda me achava incrivelmente atraída
por aquele macho.
Cheguei em casa e meus filhos ainda estavam acordados.
Tranquei-me no quarto e liguei para o Eduardo.
Ele disse que queria mais. Fiquei meio muda, nervosa e ouriçada,
somente ouvindo suas descrições de como ele queria me comer
na próxima vez. Descreveu sua fantasia de nós transando de
uma maneira meio violenta. Ele queria me enrabar. Continuei muda, mas super
excitada ainda, tanto que comecei a me masturbar, coisa que há muito
tempo não fazia. Ele dizia que queria me carregar até a minha
cama – a MINHA cama, onde durmo com meu marido – e me comer
a bundinha alí.
Aquilo me deixou louca. Apesar de sempre me doer um bocado, adoro um sexo
anal. Como o pau grosso do meu marido me machuca um pouco, uma vez ele me
apareceu com um vibrador, mais fininho que o seu pau, mas que frequentemente
ele enfia em meu rabinho e me faz gozar enquanto ele goza ao mesmo tempo
na minha xoxota.
Perguntei ao Eduardo se ele estava se masturbando e ele confirmou. Pedi
pra que ele me descrevesse o que estava fazendo. Como ele não foi
muito criativo, comecei a pedir com detalhes como EU queria que ele se masturbasse.
Que ele acariciasse o seu saco, fizesse anéis com os seus dedos.
Depois mandei ele ensaboar uma das mãos e pedi que com uma mão
ele segurasse a base do pau bem forte e com a outra ensaboada ele batesse
uma punheta só na chapeleta, apertando bastante. Pedi que ele me
descrevesse. Ele perdeu o controle e em vinte segundos já estava
gozando. Eu, encharcada, ainda não tinha gozado. Perguntei se ele
tinha sujado o chão, mas ele disse que estava deitado, que tinha
gozado na barriga.
Logo depois nos despedimos e ele desligou.
Ainda insaciada, pela primeira vez na vida, busquei o vibrador. Escondi-o
debaixo do travesseiro, saí do quarto e verifiquei que meus filhos
já estavam dormindo. Voltei, tranquei-me novamente e liguei para
o meu marido. Acordei-o, mas fiquei toda melada pelo telefone. Falei que
estava sentindo a sua falta. Sentindo falta do seu pau gostoso. Falei pra
ele como eu queria que ele me comesse, utilizando as mesmas palavras que
o Eduardo descrevera a sua fantasia um pouco antes. Meu marido ficou doido,
apesar de eu ter ligado muito tarde. Eu me masturbava com o vibrador, e
enquanto descrevia o sexo anal que queria que ele me fizesse na beira da
cama, enfiei o vibrador na bundinha. Ele me entrou macio, enquanto meus
dedos se enxarcavam na minha xoxota.
Gozei gostoso, e pedi ao meu marido que não gozasse. Que guardasse
sua porra para mim. Ele me xingou – de brincadeira – e disse
que táva difícil, mas que iria tentar.
Na sexta feira eu fui buscar o meu marido no Aeroporto e fiz que ele dirigisse
de volta pra casa enquanto eu o chupava. Não deixei ele gozar. Ao
chegar em casa, com nossos filhos ja saídos para a noite, sentei-me
no sofá e deixei-o em pé, na minha frente. Repeti todo o processo
que tinha feito com o Eduardo. O pau do Cláudio, meu marido, parecia
que iria explodir de tão duro. E ele provou que guardara a sua porra:
acabou me dando um belo chafariz de esperma no rosto. Direcionei os jatos
para a minha boca. Melei toda a cara e continuei chupando-o.
- Adoro engolir sua porra! – eu disse, bem com um jeito de puta. E
ao mesmo tempo pensei como tinha sido bom engolir a porra do meu aluno,
Eduardo.
Fomos para o quarto e ele me chupou a xoxota até eu atingir um orgasmo
delicioso e ele voltar a ficar no ponto. Depois de uma maratona de posições
ele me colocou de quatro na beira da cama e me enterrou seu cacete fundo
na minha bundinha. Quase desfaleci de dor e tesão. Foi uma das minhas
melhores trepadas, e o tempo todo eu estava fantasiando com o Eduardo.
Depois disso o meu affair ficaria muito mais intenso, entre eu e o Eduardo.
E pra completar, as nossas famílias iriam se envolver de uma maneira
inesperada. Mas são outras histórias, que valerão ainda
muitos outros contos.